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Veja como os dispositivos móveis reconfiguram o consumo de notícias

O consumo de notícias é algo que faz parte do dia a dia das pessoas desde muito tempo, pelo menos desde o desenvolvimento da prensa tipográfica de Gutenberg, no século XV, que permitiu a impressão de livros e informativos em larga escala.

De lá para cá muita coisa mudou e uma verdadeira revolução ocorreu em meados da década de 1990, quando a internet se popularizou entre as pessoas. No início desse “boom”, os principais jornais e revistas, que até então atuavam apenas em formato impresso, passaram a ter versões digitais, que reproduziam, no ambiente digital, as informações que eram publicadas nos meios tradicionais.

Isso também mudou e hoje as redações jornalísticas precisam estar preparadas para garantir aos leitores um consumo de notícias multiplataforma, com conteúdos de diversos tipos. Nos tópicos a seguir, falaremos um pouco mais sobre essas mudanças que estamos vivenciando na contemporaneidade.

Cibridismo: a junção de ambientes físicos e digitais

É chamado de cibridismo o fenômeno de as pessoas estarem ao mesmo tempo em ambientes físicos e digitais. Até poucos anos atrás, era comum que fosse necessário ligar um modem e fazer uma conexão discada para ter acesso à internet em um computador, por exemplo. Isso tudo fazia com que houvesse uma limitação clara entre o mundo real e o mundo virtual.

Hoje, no entanto, com a popularização dos smartphones, tablets e outros gadgets com acesso à internet, fomos libertados de fios e cabos e podemos estar conectados em qualquer local.

É possível consumir conteúdo noticioso ou de entretenimento em uma fila, em um percurso de trem ou de ônibus, enquanto espera algum tipo de atendimento em uma sala ou em qualquer outra situação. Não há mais limites, somos cíbridos, ou seja, estamos online e offline ao mesmo tempo.

A tecnologia como intermediadora do consumo de notícias

De acordo com uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas e divulgada em reportagem publicada pela revista Exame, o número de usuários de dispositivos móveis aumentou 3,5 vezes entre 2012 e 2016 no Brasil. O mesmo estudo aponta uma tendência global, pois, ao redor do mundo, estima-se que 70% da população utilizem smartphones.

A tecnologia, dentro desse contexto, passa a ser vista como uma intermediadora do consumo de notícias, e as empresas jornalísticas devem reconhecer isso ao produzir conteúdo.

O papel da imprensa na revolução tecnológica

Atualmente não basta produzir reportagens em texto, elas precisam ter características mais modernas, com a inclusão de vídeos, infográficos e conteúdos exclusivos para o meio digital.

Assim, os veículos da imprensa, caso não queiram ficar para trás e se tornarem obsoletos, precisam ser atuantes e produzir conteúdo digital, por meio das redes sociais e também diferenciais, como um aplicativo próprio.

Atender a atual demanda por consumo de notícias, portanto, é muito importante para que você possa atender ao público jovem e também às pessoas que aderiram aos dispositivos digitais em seu dia a dia, mesmo que antes tivessem o hábito de utilizar os meios tradicionais.

Para saber mais sobre o assunto, veja em nosso site um interessante material chamado “O futuro dos jornais e revistas na web”. Ele traz informações muito relevantes para você.

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