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Quais estratégias adotar para conseguir gerar mídia espontânea para sua marca?

Toda empresa tem a missão de gerar engajamento com o seu público, tornando-se capaz de atraí-lo como modo de fortalecer a marca e ampliar seus resultados. Uma das maneiras mais interessantes de fazer isso é por meio da mídia espontânea.

Podemos chamá-la assim porque, geralmente, é preciso fazer um esforço plural para conseguir um resultado desses, e quase sempre esse esforço incluiria grandes orçamentos e muito empenho por parte da equipe responsável. Mas não com a mídia espontânea.

Claro que ela não é tão fácil de conseguir. Mas ocorre que seus resultados podem ser ainda melhores. Com a mídia espontânea, uma empresa de manutenção predial pode ir do anonimato para os principais jornais de sua região, tudo dentro de poucos dias.

Aí é que surgem as dúvidas sobre como exatamente fazer isso. Daí decidimos escrever este artigo, trazendo conceitos indispensáveis e dicas práticas e eficientes da área.

Então, para mudar sua marca de patamar, basta seguir adiante na leitura.

Sobre a Assessoria de Imprensa

A mídia espontânea nada mais é do que conseguir sair em grandes veículos de modo espontâneo, orgânico, sem pagar por anúncio, patrocínio ou publicidade.

O que vale ressaltar é que hoje em dia o “espontâneo” pode ser um pouco trabalhado, e não totalmente impremeditado ou imprevisto. Aí é que entra o papel da Assessoria de Imprensa, que pode fazer a ponte entre as partes.

Se a empresa faz reformas construção civil e quer oxigenar um pouco sua marca, ela pode contratar esse serviço, escolhendo um porta-voz para representá-la perante o público.

Basicamente, o que a assessoria faz é distribuir press releases (comunicados de imprensa) pelos canais de mídia, seja a local, seja a de maior alcance. Portanto, ela já tem os contatos necessários para isso.

Ao fechar parceria com ela, algumas ações da sua empresa passarão a ser transformadas em releases, e concorrerão à chance de saírem nesses veículos midiáticos.

Que tipo de ação chama mais atenção?

Atualmente, as empresas não podem ter suas portas “fechadas”. Ou seja, não podem ser controladoras no sentido de pensarem apenas em mídia paga, nem podem ignorar alguns apelos do público e da sociedade civil.

Deste modo, é possível traçar algumas ações que chamam mais atenção do que outras, e que estão mais alinhadas com o que a mídia costuma divulgar de maneira espontânea. Elas são, entre outras, mais ou menos as seguintes:

  • Ações solidárias;
  • Algumas datas festivas;
  • Questões sustentáveis;
  • Doações beneficentes;
  • Certas comemorações.

Um exemplo é uma empreiteira que faz reformas de casas e reserva parte dos esforços à comunidade carente. Essa ação solidária pode atrair mídia espontânea, mesmo que a intenção não fosse essa. O interessante é que, assim, os dois lados ganham juntos.

Por outro lado, é preciso lembrar que ações negativas também chamam atenção, como processos coletivos de empregados, ou mesmo polêmicas dispensáveis em que uma marca se envolva, as quais podem destruir todo um trabalho positivo feito antes.

Como construir credibilidade?

Após falar sobre polêmicas que podem destruir uma marca, é preciso reforçar o papel da coerência e da idoneidade nesse esforço todo.

Queremos acreditar que a maioria das marcas busca mídia espontânea apenas como um modo de fortalecer a relação com os veículos midiáticos, e como um modo de dar um salto que fortalece a marca perante o público.

Porém, também é preciso considerar que caso a estratégia seja unilateral e meramente interesseira, o risco é muito grande. De fato, é preciso haver coerência nas ações, pois nenhuma mentira se sustenta por muito tempo.

Ainda mais em tempos de internet. Afinal, de que adiantaria sair em um grande jornal se, quando as pessoas entrarem nas redes sociais da marca, virem um monte de reclamações não atendidas e pessoas totalmente insatisfeitas?

Assim, hoje a marca precisa ter um rosto e conhecer a fundo sua persona. Se ela lida com reforma loja, precisa conhecer bem a concorrência, os desejos e expectativas da clientela, e acompanhar tudo isso de perto, marcando presença online e offline.

Assim é que se constrói credibilidade, e com isso as mídias espontâneas passam a fazer mais sentido, pensando não apenas no aqui e agora, mas também no médio e longo prazo.

Conclusão

Com isso, chegamos ao fim. Ao falar sobre credibilidade e coerência, colocamos a marca como protagonista de si mesma, como principal agente de criação da sua própria reputação.

Isso é importante porque esta é a essência da mídia espontânea. Trata-se de tomar as rédeas nas mãos em vez de ficar esperando algo, sabe-se lá de onde.

Com as dicas que demos acima você vai poder fazer isso e muito mais, basta colocar tudo em prática e pensar de maneira sustentável.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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