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Estudo aponta jornalistas como uma das profissões com maior risco de contaminação da COVID-19

Os pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ) apresentaram um estudo onde foi revelado as profissões que estão mais expostas ao novo coronavírus. A classe jornalística, considerada um dos serviços essenciais durante a pandemia, aparece com 51% de chance de contaminação. 

Naturalmente, os profissionais da área de saúde são aqueles que aparecem nos primeiros lugares. Segundo o estudo, os técnicos em saúde bucal são os líderes dessa lista. Em razão da proximidade física com os clientes e o ambiente de trabalho, eles aparecem com 100% de chances de contágio. Logo em seguida, aparecem os atendentes em enfermagem, com 97,3% de chance de contágio. E com 97%, surgem os médicos ginecologistas e obstetras.

O estudo englobou 2.539 profissões existentes em todo o território brasileiro e foi dividido em 13 grupos ocupacionais, de profissionais da agropecuária e pesca, aos setores de transportes, por exemplo. A metodologia do trabalho foi igual a uma utilizada pelo The New York Times, nos Estados Unidos, e adaptada para a realidade brasileira. Yuri Lima, pesquisador e líder do estudo, explica que realizou adequações usando como base a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho, e a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério da Economia.

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