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Crime de plágio: o que diz a legislação sobre o assunto?

O plágio é uma prática comum no dia a dia e é ilegal, pois a lei considera uma violação ao direito autoral. Assim, o ato de plagiar envolve a apropriação de uma informação ou algo que não é seu, mas sim do autor original.

Entretanto, o termo não está associado somente às informações de textos em que não é mencionado o criador daquele conteúdo. Ele abrange diversos aspectos, como a cópia de uma ideia ou até mesmo a maneira como é feita a estrutura do material. O plágio é considerado um crime e, por isso, é essencial entender o que a legislação diz a respeito do assunto.

Pensando nisso, selecionamos alguns pontos que podem ajudar você a compreender mais sobre o que está envolvido no crime de plágio e como evitá-lo. Confira a seguir!

Que recursos usar para evitar o crime de plágio?

Para evitar o plágio ao redigir um texto, é importante que você domine o assunto — por isso, é importante pesquisar a fundo sobre o que será abordado. Entender de maneira clara o que a pauta exige e conhecer detalhes do tema oferecerá mais confiança na hora de produzir um conteúdo.

Outra dica é consultar referências distintas e criar sua própria estrutura ao apresentar as ideias. Quanto mais fontes consultar, mais informações terá como parâmetro ao organizar as ideias e transformá-las em texto.

Se você optar por citar algum dado literal, é essencial inserir uma citação direta para deixar claro ao leitor que tal informação não é sua.

Uma maneira de se certificar de que o texto não contém plágio é buscar por verificadores disponíveis na internet. Eles detectam com precisão se já existe algum outro conteúdo igual ao seu e apontam quais são as partes em que isso acontece. Como exemplo, podemos citar o NoPlag e o Grammarly, que são ferramentas gratuitas e fáceis de utilizar.

Por fim, sempre busque produzir materiais com uma linguagem própria e que seja compatível com o tipo de público que trabalha. Ainda que você tenha diferentes fontes, é melhor utilizá-las para potencializar o seu entendimento do assunto e não como forma de plágio.

Tradução e plágio são a mesma coisa?

Assim como qualquer tipo de conteúdo, copiar um material e apenas traduzi-lo para outros idiomas também é considerado plágio caso o autor original não seja citado. É necessário que o crédito pelo texto seja evidente e, assim, os leitores tenham conhecimento da verdadeira autoria.

Alguns detectores de plágio já identificam conteúdos traduzidos e plagiados. Então, caso você deseje inserir esse modelo de texto em seu site ou blog, não se esqueça de mencionar logo no início que tal material trata-se de uma tradução, mencionando a fonte e o autor.

O que é o autoplágio?

De maneira simples, o autoplágio envolve a cópia de informações de um conteúdo que foi escrito por um mesmo autor. Imagine que a pessoa responsável pela produção de um texto já tenha redigido outro artigo com uma pauta semelhante, ou seja, com tópicos e referências bem parecidas.

Assim, ele utiliza os dados do texto anterior e insere no novo porque ambos têm a mesma abordagem. Fazer isso é crime e considerado como autoplágio, pois, ao escrever, é necessário que o autor use ideias originais em todos os conteúdos.

O crime de plágio é previsto em lei e conta com penalidades para aqueles que copiam conteúdos sem mencionar devidamente o autor original. A punições variam de 3 meses a 4 anos, dependendo de cada caso, sendo que há ainda a aplicação de multas e sanções administrativas. Portanto, é um assunto que merece atenção, principalmente para aqueles que produzem artigos em sites e páginas na internet.

O que achou do post? Deixe um comentário abaixo se desejar compartilhar mais alguma informação ou, também, se tiver dúvidas sobre o assunto!

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